Perdido em Marte ultrapassa marca dos US$ 500 milhões


Aquele momento em que a 20th Century Fox deve estar soltando fogos de artifício no escritório da empresa. E tem mais é que comemorar mesmo. Afinal, a ficção científica ‘Perdido em Marte‘ ficou incrível.

Depois de uma abertura mediana na China, porque a concorrência com longas locais nessa época do ano deixa produções estrangeiras comendo poeira, a película de Ridley Scott liderou quatro das cinco semanas do mês de outubro nos Estados Unidos. Não é toda obra que consegue tal feito.

A imprensa americana e europeia relatam que tanto a direção de Scott quanto a atuação de Matt Damon merecem ser levadas ao Oscar 2016 com louvor. Os efeitos visuais, o 3D e o roteiro adaptado também foram extremamente elogiados. O Hollywood Reporter, por exemplo, chega a citar que o uso da tecnologia 3D realmente funciona como parte fundamental da narrativa e passa a integrar o seleto grupo de produções que fizeram história junto a esse elemento.

Vale lembrar que o cinema mundial tem como principais exemplos de melhor uso do 3D os longas: ‘Avatar, de James Cameron; ‘Gravidade‘, de Alfonso Cuarón; ‘As Aventuras de Pi‘, de Ang Lee; ‘A Invenção de Hugo Cabret‘, de Martin Scorsese e, agora, ‘Perdido em Marte‘, de Ridley Scott.
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