A Espiã que Sabia de Menos lidera bilheterias nos EUA


Melissa McCarthy impulsionou "A Espiã que Sabia de Menos" a estrear com a arrecadação de US$ 30 milhões em um fim de semana opaco nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, com venda de ingressos ainda decepcionante.

Foi a mais baixa projeção para a sátira de espionagem da Fox, que junta intrigas globais com gatos em suéteres, mas foi o suficiente para superar o campeão da semana passada, "San Andreas".

O filme da Warner Bros. assegurou o segundo lugar com US$ 26,4 milhões e chegou a US$ 99 milhões de arrecadação doméstica em duas semanas desde o lançamento.

No geral, foi um fim de semana com três estreias de bilheteria que não conseguiram gerar expectativa o suficiente para levantar a venda de ingressos aos números do ano passado, quando "A Culpa é das Estrelas" estreou com mais de US$ 100 milhões.

"Eu ainda acredito em um recorde neste verão, mas está ficando cada vez mais difícil", disse Paul Dergarabedian, analista sênior no Rentrak. "Precisamos que o verão volte a ser agitado logo".

A produção de "A Espiã que Sabia de Menos" custou US$ 65 milhões, ao redor de 3,711 locais. Reune McCarthy ao diretor Paul Feig, com quem colaborou nos filmes "As Bem Armadas" e "Madrinha de Casamento". Chernin Entertainment produziu o filme, com os coadjuvantes Rose Byrn, Jude Law e um surpreendentemente engraçado Jason Statham. Em outros países, onde Statham é quase uma divindade, o filme arrecadou US$ 25,6 milhões em 54 mercados, levando o total a US$ 86,5 milhões.

As críticas têm sido arrebatadoras, e a Fox acredita que "A Espiã que Sabia de Menos" será um filme consistente nas próximas semanas. Em relação a comédias, "Spy" não tem concorrência até o lançamento de "Ted 2", em 26 de junho.
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